domingo, 12 de fevereiro de 2017

Alô

Alou
Vamo conversar
Vamo largar o que tá destinado a ficar de lado e trocar nossas vidas
Vamos falar sobre a existência e os nossos sonhos, o universo, o que nos faz pensar
Do que você tem medo?
É de alguma coisa, de alguém? Medo de si mesmo?

Vamos falar sobre o que você descobriu, eu te conto o que eu descobri, você acha que estamos sendo observados?
Você acredita em vida fora da Terra?

O que você quer fazer antes de morrer? Me fala como foi seu dia, o meu tá assim, bem legal mas meio arrastado também.
O que você faz quando cai, o que te ajuda a levantar? Quando foi a sua primeira grande decepção?

Vamos brincar de contar estórias?
Vamos brincar de você completar minhas frases.
Eu completo as suas.

Vamo se ver, vamos dar as mãos, vamos andar lá fora, não sei onde, e vamos olhar pras estrelas e ver que cada uma delas guarda um sonho;
Vamos lá nos perder e nos encontrar;
Você pode escolher por onde começar, vamos?

Me mostra teu pedaço de universo, eu tenho um universo aqui também;
Vamos juntar planetas e constelações;
A gente pode falar sobre ontem, hoje ou amanhã, a gente pode não falar nada também; olho no olho e tá tudo certo.

Vamos qualquer coisa, mas não vamos ficar parados, não.
Vai, fala.
Alou
Vamo conversar  

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

o caminho

"Espiritualmente, todos nós somos totalmente merecedores porque todos nós somos plenos. Se o seu ser inclui tudo, como você pode merecer uma coisa menos que outro? Esse senso de plenitude não é material. A questão não é ser absolutamente lindo, infinitamente rico, ou impecavelmente virtuoso. O milagre do amor é que se pode ser imperfeito e ainda assim ser totalmente inteiro.
Esse último ponto não é fácil de compreender. Mas ao se pensar em como uma mãe ama o filho, torna-se imediatamente óbvio que as imperfeições da criança não contam diante dos olhos dela. Isso não é cegueira, mas sim a visão do amor. O amor é extremamente sensível a fraquezas; responde querendo apoiar e dar força de qualquer maneira possível. Mas não há julgamento nele contra a fraqueza ou defeito. Uma mãe ajudando o bebê a caminhar não está pensando "se você fosse competente, já estaria caminhando sozinho". Ela aceita que o crescimento move-se por etapas e sente prazer em nutrir cada etapa. A pergunta é, como ela pode fazer isso por ela mesma?"



(Deepak Chopra)