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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Eu vou ser franca. Nunca pensei que a essa altura do campeonato estaria como estou.
Diante de todas as tarefas e problemas que me colocam, eu estou bem tranquila! Encarando de frente o que me encara de frente, e me preparando pros vultos que estão por vir. Sem correr ou sem parar, encarando e seguindo em frente, basicamente.
Ok, estou me preocupando também, mas ligeiramente apenas.... O estresse não vale tanto a pena assim para muitas das coisas, descobri. Tento ajudar como eu posso. Tento resolver as minhas coisas como eu posso. Sou feliz como posso. E de resto, os vários problemas insolucionáveis, metas longínquas e dificílimas, sonhos frustrados, perguntas difíceis a uma leiga, futuros do pretérito...? Sinceramente, estou cagando <3


E já dei descarga.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Manifesto, por Um Cidadão

- Ah, santa hipocrisia... Maledicência, infâmias!
Desacato! Imprudência! Ah, moleca sagaz!
Volta aqui... Tu que me disseste que deve-se atender aos chamados, tu que falas mal do ausente, tu que tanto tens o que dizer! Tu que falas, entretanto, mentiras, porque não és fiel a ti mesma!
A ti chamo e sabes que a mim pertence, ah, garotinha que mal enxergo por insensata pequenez...
Moleca de extrema imprudência, para de esconder-te nas vielas do mundo, para agora de rir-te da minha busca malsucedida!
Palavra, bendita, como te quero!

sexta-feira, 23 de março de 2012

A Triste História Do Ponto Final

Era uma vez um ponto final...



Ele morreu,
mas ninguém nunca se deu conta de que a história acabou!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Se o Mundo Realmente Acabar em Dezembro de 2012, Eu Detestarei Ter:

~ estudado matrizes, análise combinatória e tudo de matemática que eu tenho certeza que nunca vou usar, em prática, na vida. inclusive divisão de polinômios (que a propósito eu esqueci como se faz desde que eu passei a sexta série);

~ morrido com 17 anos. como assim não terei minha carteira de motorista, feito 21 anos e entrado numa boate dos EUA, feito minha mega festa de 18 anos, e poder ser presa caso cometa algum crime (não que eu vá fazer, mas sabe como é, é poético afirmar, "oh, posso ser presa agora!")? ;

~ passado a "vida inteira" na escola, quando eu poderia estar fazendo outras coisas nas 30h semanais que eu gastei nela.

~ (não ter) me casado, porque eu sei que não vou casar com 17 anos rs

~ (não ter) feito a viagem super esperada de quando eu passar no vestibular.

~ para o qual, a propóstio, eu estudei à toa, uma vez que vou morrer antes de começar a cursá-lo;

~ (não ter) tido a chance de comprar meu apartamento, que obrigatoriamente deve ter um closet e um armário com espelho enorme no meu quarto. Não, eu nem me importo com a cozinha, área de serviço, sala, outros quartos, mas meu quarto deve ter closet e um espelho grande.

~ sido saudável todos esses anos, quando eu poderia estar estupindo muito bem as minhas artérias de Cheddar McMelt, Cheetos Requeijão, salsicha e ovo no pão, pão de queijo, sobremesas diversas, e até meu coração de gordura. eu vou morrer mesmo!

~ esperado tanto tempo pra fazer algumas coisas. se eu for morrer daqui a 1 ano, então hoje é tudo ou nada.

~ (não ter) salvado o meio ambiente. quer dizer, eu poderia largar a escola e me dedicar aos projetos de fontes energéticas alternativas, já que não vai dar tempo de eu fazer isso em um futuro emprego.
se bem que o mundo todo vai acabar, então não vai fazer muita diferença se destruíram a natureza antes, mesmo.

~ esperado pra fazer minhas próprias confecções! tenho modelos e estilos, livros de design e até o programa. se o mundo for acabar em 2012, eu ficarei muito, mas muito puta, de só ter feito uma camiseta e estilizado outras duas blusas.

~ E, não por fim, mas por último, perdido tempo nesse post ou até mesmo no computador, uma vez que eu só tenho mais 1 ano e 6 meses de vida, eu deveria estar lá aproveitando.




Ou simplesmente deveria ter nascido em 1400 no Brasil, quando eu seria uma índia e conheceria e viveria tudo o que eu sempre imaginei como seria, e já estaria morta hoje mesmo, então não faria diferença se o mundo vai ou não acabar em dezembro de 2012.

terça-feira, 22 de março de 2011

Delírios m-s-ênicos

Pessoa acabou de entrar. (!)
Abro a janela do msn. (...)
Pessoa está digitando... (!!!)


Pessoa diz:
Oi! Tudo bem ?



Julia está digitando ...


Ai meu Deus, ainda bem que você veio falar comigo !
Não! Apaga ..

Ei, tudo ótimo, estava me perguntando quando você ia aparecer e ..
Não! Que ridículo.

Poxa, meu dia foi uma droga e eu precisava mesmo ter alguém com quem conversar, mas
Ahh! Eu pareço uma idiota!

Desculpe a demora, sei que você deve estar estranhando, hahaha, mas tipo
Eu nem devia estar falando isso !!

Nossa, que saudades, eu sempre abria a sua janela e me perguntava se deveria falar com você, mas eu nunca tinha a certeza de que isso
Eca. Ele só perguntou se estava tudo bem!!

Ai que saco, mas também por que você apareceu agora? Pensei que você tinha me esquecido, tipo com essas outras pessoas que você anda por aí. Será que te importa mesmo se tá tudo bem e..
Julia. Controle-se.





Tá, está tudo ótimo porque você veio falar comigo.



Julia diz: Sim! E vc ?

sábado, 27 de novembro de 2010

Muitos Aniversários de Vida!

No dia do seu aniversário, todos querem o seu bem. Se você for fazer festa, todos te amam. Mas, se você for uma criança (ou pai de uma), todos, além de te amar e querer o seu bem, contam os dias para a sua festa - de barriga vazia. É curioso o comportamento das pessoas em festa de criança.

Outro dia, fui numa festa de um amiguinho da minha irmã, e notei aspectos curiosos dos presentes na ocasião. Na verdade, de todo o evento em si e em geral. Na festa de criança, o mais importante para atrair os convidados é o convite; o personagem em sua capa e a letra em que é escrito. A primeira pergunta que a criança faz é: "Vai ter bicho? Vai ter palhaço?"; enquanto os pais, que aprenderam a fazer certas perguntas apenas no pensamento - mas que ainda podemos ler nas entrelinhas - se perguntam: "Quanto demora? Vai ter comida?"

A animação dos pais é inversamente proporcional à da criança. Quando o filho acha que vai ser chato, cafona, os pais se interessam explendidamente pela ocasião, mas quanto mais o filho idolatra a ideia de ir, mais o pai reza para que chova. Porque o filho lhe lembra da roupa ("vou ter que arrumar..."), dos brinquedos ("será que ele vai se machucar?"), do presente ("vou ter que comprar..."), dos amigos que vão ("quanta criança correndo!"), e de como ele vai se divertir ("eu vou ter que correr atrás. Passar calor. Ai minha Nossa Senhora, me salve dessa.").

Mas o mais curioso mesmo é o comportamente durante o evento. Para cada convidado, vem a família com pelo menos três, para ocupar mesa. A criança mal chega e vai correr, o que obriga a um responsável ir atrás. Os outros dois se encaminham à mesa, e mal sentam olham o relógio. Percorro os olhos pelas mesas e vejo estampado em seus rostos: "Oba, já chegamos meia hora atrasados!", "Calma, mal começou.", "Será que já começaram a servir?", "Que horas acaba mesmo?". E então aquele tédio se apodera de suas almas. A distração é comer por si e pela criança que corre, sorrindo brevemente ao ver o garçom se aproximar.

Como é duro ficar 4 horas em uma mesa! E, pela quinquagésima sexta olhada ao relógio, observei um novo balão de pensamento: "Ei, já está quase na hora do parabéns!". A melhor hora da festa. Pega o filho, reúne à mesa, dá um abraço no aniversariante, deseja felicidades, anos de vida e... Mas onde será que está o bolo mesmo?

domingo, 21 de novembro de 2010

If you can't solve it,

Fuck it all.





(In any sense)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Whenever, son, whatever.

Eis a primeira narração que eu escrevi pra Cultura que eu achei legal. Ponto.
(O tema era sobre alguma coisa de viajantes, então eu não tive muita liberdade, rs. Quis fugir um pouco da rotina, então resolvi fazer uma coisa bem maluca. :P) Tá, vou calar loga a minha boca e escrever. rs.




Lagard, although brightly, had the sun risen that morning. I couldn't tell what made me wake up in time to see it show up, neither why I decided to stay in that town for more than a while. My plans were straight: I would go to my uncle's house in a big city, perhaps stopping in other places to rest my nights. But something in that little town drew my interest, which was enough to make me stay.
There was no one at the inn at the time. I supposed they may all have been sleeping, after that lively night from the day before. I left my bags at my room and went out for a walk. The city was all filled with cottages and small stores, which were all closed. It came to me with peaceful airs, as the perfect place to unwind.

As hours were going by, I started to odd that nobody would actually leave their homes; there was still no one at the streets, and it was almost lunch time. As I felt hungry, I went back to the inn and took some food I had brought with me. There was still no one at the reception. This town looked just as quiet as it was desert.

Had this made my interest dash and be replaced by dread, I decided to leave some money in the room and exit this town. But as I took my car and searched for the entrance from which I had walked into this place, i realized it had been locked. I couldn't get out.

I took the afternoon looking for a way of getting out of this weird village in which no one appears, and it was 5 p.m. when I first saw someone, opening the windows of his cottage. I stopped the car and asked this old man what happens in this town.

"What happens, son, is that this town only works at night. People sleep during the day, and enjoy the night. Few people have come here as foreigners and left. From what I heard, they all ended up living here. Every 4 a.m. the mayor locks the only entrance so that no one comes in and disturbs our town while everyone is sleeping. He hates foreigners because they can never adapt to our lifestyle and always leave the day after. I must tell you, the only way for you to leave is at night, when the door is open.", told me the man. Now I see why that city looked so lively when I got there at night.

However, along with the sunset and the moon's arrival, there came my tiredness and hunger. I could remember very clearly why I had to come to this place at first, and it was because the road nearby was dark and dangerous. I could in no way travel at night. These thoughts frightened my way back to the inn, where I could already appear to find some movement. People were waking up and I would finally be able to eat something.

I have had my dinner silently lost in my thoughts and decided to visit that man again that night - he looked worried and willing to help. Being lucky, I could get out of here tomorrow.

Having knocked on his door, his face appeared to me in a broad and old smile. "You again!", he said. I explained to him why I couldn't get out at night, how I needed to be on my uncle's house way, and finally that he was my only and last hope. I needed his help.

He quietly listened to everything I had to say, and we sketched a plan. I was fortunate to have found a man who knew exactly how it all worked there and the mayor strategies - he used to be friends with him, but these extreme attitudes from the latter related to foreigners had caused a row.

After a tense night of sleep, I got all my things packed and parked my loaded car in front of the man's house. he took me to the mayor's house, and I had to break into it and get the key. Fortunately he knew where it was; but unfortunately I felt like a burglar and I still want to convince myself it was only a way of getting out safely.

We went back to the old man's cottage and got into the car, so that I could get away. My accomplice - even though I dislike this definition - would unlock the entrance and then put the keys back in the mayor's house. I never thought I would make anyone break into another one's house. Well, amazing how life surprises us.

Once I got here at my uncle's house, I unpacked my baggage. In it I found a kind of post card, which reminded me of that weird town. In it was written: "Come back whenever, son."

Well, I won't. And I am not his son. Whoever the freak is it.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Sábado à noite!

Todo mundo espera alguma coisa,
de um sábado à noite,
bem no fundo todo mundo quer.. dormir!
Sábado à noite sua olheira pode mudar!





Ignore caso não conheça a música Sábado à noite.

Tá, pode ignorar mesmo que conheça. É que eu tô com sono, cara.